Esse post é para todas as pessoas, mas está direcionada à uma em específico.
Não vou dizer quem é, mas ao ler esse post, essa pessoa saberá que é para ela.
Não estamos sozinhos e nunca estaremos, mesmo que queiramos isso em alguns momentos.
Pessoas chegam, ficam e partem. Partem sem aviso, pois se nos avisassem o dia e a hora de sua ida, não deixaríamos que fossem, apesar de inevitável.
O que eu quero dizer com isso, é que muito embora as pessoas não estejam mais entre nós em matéria física, elas sempre estarão conosco em matéria espiritual, nos nossos corações. Há amigos e parentes que podem nos dar um suporte, uma estrutura para podermos continuar. Nessas horas é que descobrimos quem se importa conosco, e eu, meu amigo, me importo com você.
A vida tem que continuar. Se não quisermos continuar por nós, temos que continuar por outros, por quem realmente nos importa. Digo isso porque já vivi e ainda vivo algo do tipo.
Hoje alguém me disse que isto pode ser inesquecível, mas nunca mais forte do que a gente, e além do mais, um dia nos juntaremos a eles. Encare isso como uma separação temporária, e carpem diem. Pense em quem você ama, que nós pensaremos em você. Eu te adoro.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
terça-feira, 20 de setembro de 2011
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Meu pai...
Certa vez conheci um homem.
Um homem diferente
Dos de sua época.
Evoluído.
Um homem com sua história
De felicidade e sofrimento
Um homem de sentimento!
Um homem consciente
Que se dava... Que se envolvia...
Tudo que era seu,
Naturalmente dividia...
Um homem que nasceu rico
E morreu pobre...
Um homem nobre!
Um homem sem preconceitos
Amigo de brancos e pretos
Respeitado e amado
Em qualquer classe social...
Um homem liberal!
Um dia percebi
Que no íntimo do seu ser
Guardava a nostalgia da perfeição...
Um homem de coração!
Um homem que não se deixou corroer
Pelo orgulho do poder
Um homem amigo... Leal...
Um homem total!
Um homem que não capitalizou
Em seu próprio benefício.
Até se negou a isso.
Em detrimento de outros homens
Para ele não havia
Mundo em construção
E sim ganância em evolução.
Um homem onde a justiça,
A bondade,
O amor
Transbordavam do seu interior
Com um brilho tão intenso,
Que se refletiam num espaço imenso.
Um homem que se foi
Mas deixou uma herança
Do tamanho da esperança,
O seu exemplo.
Este homem
A quem eu tanto devo
Está presente em todos
Os meus momentos.
Este homem
Que conheci tão de perto
E que partiu sem adeus,
Que me deixou tão cedo
Era simplesmente
Meu pai.
- Carmen Vervloet
- Carmen Vervloet
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Não é minha culpa.
Juro que não e minha culpa. Eu tento, juro.
Talvez seja pela maneira como tudo aconteceu. Eu sempre dificultando as coisas mais fáceis.
Coloco barreiras em tudo, até onde não é necessário.
É um medo, um vício em pensar que não há mudanças. Falta de fé.
Não acredito mais em mais nada, não acredito mais em ninguém.
Não sonho mais, trabalho agora em cima da realidade.
Talvez seja pela maneira como tudo aconteceu. Eu sempre dificultando as coisas mais fáceis.
Coloco barreiras em tudo, até onde não é necessário.
É um medo, um vício em pensar que não há mudanças. Falta de fé.
Não acredito mais em mais nada, não acredito mais em ninguém.
Não sonho mais, trabalho agora em cima da realidade.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
E como será o depois?
Quanto tempo é preciso esperar?
Os dias passam, tudo se realiza como estava escrito no futuro. Talvez com algumas modificações, mas acontece. E nós? Será que teremos futuro? Será que eu terei futuro?
Até quando vamos colocar no papel aquilo que queríamos ser, todas as nossas metas e riscá-las logo após alguma coisa dar errada? Mudanças ocorrem quando queremos, ou quando devem ocorrer?
Eu também jogo roleta russa todos os dias com uma bala chamada vida.
Eu não sei quanto tempo me resta e quero fazer com que esse tempovalha a pena. Mas será que depende só de mim?
Não consigo decidir o que é melhor pra mim quando há quem eu amo em jogo, não consigo parar de me importar com as pessoas.
Os dias passam, tudo se realiza como estava escrito no futuro. Talvez com algumas modificações, mas acontece. E nós? Será que teremos futuro? Será que eu terei futuro?
Até quando vamos colocar no papel aquilo que queríamos ser, todas as nossas metas e riscá-las logo após alguma coisa dar errada? Mudanças ocorrem quando queremos, ou quando devem ocorrer?
Eu também jogo roleta russa todos os dias com uma bala chamada vida.
Eu não sei quanto tempo me resta e quero fazer com que esse tempovalha a pena. Mas será que depende só de mim?
Não consigo decidir o que é melhor pra mim quando há quem eu amo em jogo, não consigo parar de me importar com as pessoas.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Reflexão para uma vida...
E no final, não nos lembraremos das palavras dos nossos inimigos, mas do silêncio dos nossos amigos
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