me protegem de quase tudo.
Mas o quase tudo quase sempre é quase nada
E nada me protege dessa vida sem sentido.
E esses muros e grades começam a encomodar, a não fazerem mais sentido.
Gosto daqui, nunca quis me separar de tudo isso, mas as coisas mudam, as pessoas mudam e você começa a querer a mudar também. Há um muro de Berlim dentro de mim, mas esse muro não aguentará por muito tempo a pressão feita pela vida lá fora.
Este muro vai desabar, e eu terei que reconstruí-lo e para isso terei que estudar o terreno lá fora, terei que buscar coisas novas.
Quero ser desafiada, e quero vencê-los também.

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